Era noitesimplesmente noite.Uma noite como outra qualquerDentro de uma casa como as outrase de um quarto igual a tantos outros havia um homem como outro qualquer...que adormecia e sonhava como a própria sombrae depois acordava ausente de si mesmo.
E na grande solidão noturna, quebrando a angústia das paredese transpondo o silêncio das veredas,somente os seus gritos encontravam eco...- eram como os de um outro qualquer.
Era noitesimplesmente noite.Uma noite como outra qualquer.
Em cima,a lua e as estrelas.
Embaixo,o homem e a escuridão.
Francisco Lins do Rego Santos





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